Ao contrário do maior poeta,
Sym, sym quero tudo.
Já disse que quero tudo.
Sou tudo, sempre serei tudo
numa syna de soturno:
Sou tudo. Sou todo ouvidos e olhos.
Sortudo. Por conhecer a poesia dos seus olhos.
Já disse e não direi mais: o disseste nunca mais.
My venham com conclusões que eu virei com colhões.
Sim, as ciências são pura alquimia perto do que my fazia ser feliz.
Sem saber. Sem abc. Da poesia que quero tudo.
My entrego numa rua pra depois ser um trago de leitora nua. Depois.
Deposithoras e desposithores, desposo horrores num papel de phlora.
De phora para dentro, num ritual meio sedendo, bebendo, a tua voz que chora.
Sou todas as phormas e normas que phortes ou nortes my escapam,
propondo processos projetos de casas phortes my escapam,
desperto disperso diz: pressa numa tarde,
desrespeito meu próprio medo, em favor de um segredo, que gela, que arde.
Esse é meu depheito: ser tudo.
Ser a antítese, o antygo título, a vertigem tímida, a caligraphia, a antí-matéria viva
da poesia quântica, a quase-tirana vida, num tigre de pedra e ferrugem: antes.
Esse é meu mais maior de direito, mais melhor dos pheitos, mais mais-valia, mais ali que a saliva,
mais mistério metido em myseros versos: ti dizer a verdade em phorma de saudade.
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quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
terça-feira, 9 de setembro de 2008
Cidadão do Mundo
O mundo de primeira vista parece que é grande.
Talvez seja. Mas, tudo de perto fica mais parecido. O mundo cabe na palma da visão.
"Estrangeiro eu não vou ser"
Amigos viajam para terras outras. Londres, Barcelona, Santiago e até Letônia.
Como será a Letônia?
O fascínio adolescente de viajar o mundo tem sua razão. Precisa-se conhecer outras culturas. Outros lugares, outras pessoas. Para se conhecer melhor como único e universal.
Meu amigo André está em Londres. Vivendo o english dream, o english way of life.
"Pertenço a um gênero de portugueses
Que depois da Índia descoberta
Ficaram sem trabalho. A morte é certa.
Tenho pensado nisto muitas vezes."
Pessoa
Pertenço a um gênero de brasileiros
que depois do mercado descoberto
ficaram atordoados. A morte não existe.
Tenho pensado nisso um pouco.
Pertenço a um gênero de brasileiros
que nasceram na Holanda em 1988 e
depois de chegarem ao Brasil não são
mais de uma pátria só.
Pertenço a um gênero de brasileiros
que depois que o Brasil foi descoberto
ficaram sem emprego, a morte é incerta
Tenho pensado nisso, de vez em quando.
Pertenço a um gênero de Holandeses
que depois que descobriram o Brasil
ficaram por lá, a vida é certa
Nunca pensei nisso antes.
Aprender novas linguagens, conhecer novas pessoas, estar-no-mundo-como-dizia-drummond,
ser cidadão do mundo
antes que o mundo seja descoberto
Talvez seja. Mas, tudo de perto fica mais parecido. O mundo cabe na palma da visão.
"Estrangeiro eu não vou ser"
Amigos viajam para terras outras. Londres, Barcelona, Santiago e até Letônia.
Como será a Letônia?
O fascínio adolescente de viajar o mundo tem sua razão. Precisa-se conhecer outras culturas. Outros lugares, outras pessoas. Para se conhecer melhor como único e universal.
Meu amigo André está em Londres. Vivendo o english dream, o english way of life.
"Pertenço a um gênero de portugueses
Que depois da Índia descoberta
Ficaram sem trabalho. A morte é certa.
Tenho pensado nisto muitas vezes."
Pessoa
Pertenço a um gênero de brasileiros
que depois do mercado descoberto
ficaram atordoados. A morte não existe.
Tenho pensado nisso um pouco.
Pertenço a um gênero de brasileiros
que nasceram na Holanda em 1988 e
depois de chegarem ao Brasil não são
mais de uma pátria só.
Pertenço a um gênero de brasileiros
que depois que o Brasil foi descoberto
ficaram sem emprego, a morte é incerta
Tenho pensado nisso, de vez em quando.
Pertenço a um gênero de Holandeses
que depois que descobriram o Brasil
ficaram por lá, a vida é certa
Nunca pensei nisso antes.
Aprender novas linguagens, conhecer novas pessoas, estar-no-mundo-como-dizia-drummond,
ser cidadão do mundo
antes que o mundo seja descoberto
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